Dr. Szpilman, Fui diretor da Associação Bahiana de Salvamento Aquático, e Chefe de treinamentos da SALVAMAR. em salvador, Ba. Fiz parte do Comitê Nacional salva vidas nos primórdios da SOBRASA. e Sou Coordenador de alguns cursos de Formação de Salva vidas. Verifico no Estado da Bahia um verdadeiro desconhecimento quando se trata de tratamento ao Afogado, apesar de trabalharmos no sentido de promover essa discussão não só no meio dos profissionais do APH como no meio médico, inclusive em mais de uma oportunidade com a sua presença na Faculdade de medicina da UFBA. Até pouco tempo o próprio SAMU estava trabalhando com o protocolo SARA do Dr. lomba para afogamento e sequer sabiam do Protocolo segundo Szpilman. Precisamos massificar por meio de cursos voltados para as instituições de atendimento extra e intra hospitalar em nosso Estado. Hoje integro um Projeto de Ajuda Humanitária no qual iniciamos ano passado um processo de nivelamento de conhecimentos em um total de 480h . Já dispomos de 60 profissionais formados integrando uma equipe multidisciplinar de multiplicadores inscritos na ONU. Este ano incluímos o atendimento ao afogamento. Esta publicação e outras anteriores, somam em muito para a construção de uma nova consciência para o atendimento a emergências em meio líquido. parabenizo o Companheiro Szpilman por estar expandindo as fronteiras do nosso conhecimento.
Muito bom esse artigo pois nos da a real fisiopatologia do afogamento e o que se deve e não se deve fazer! Parabéns ao autor!
Dr. Szpilman, Fui diretor da Associação Bahiana de Salvamento Aquático, e Chefe de treinamentos da SALVAMAR. em salvador, Ba. Fiz parte do Comitê Nacional salva vidas nos primórdios da SOBRASA. e Sou Coordenador de alguns cursos de Formação de Salva vidas. Verifico no Estado da Bahia um verdadeiro desconhecimento quando se trata de tratamento ao Afogado, apesar de trabalharmos no sentido de promover essa discussão não só no meio dos profissionais do APH como no meio médico, inclusive em mais de uma oportunidade com a sua presença na Faculdade de medicina da UFBA. Até pouco tempo o próprio SAMU estava trabalhando com o protocolo SARA do Dr. lomba para afogamento e sequer sabiam do Protocolo segundo Szpilman. Precisamos massificar por meio de cursos voltados para as instituições de atendimento extra e intra hospitalar em nosso Estado. Hoje integro um Projeto de Ajuda Humanitária no qual iniciamos ano passado um processo de nivelamento de conhecimentos em um total de 480h . Já dispomos de 60 profissionais formados integrando uma equipe multidisciplinar de multiplicadores inscritos na ONU. Este ano incluímos o atendimento ao afogamento. Esta publicação e outras anteriores, somam em muito para a construção de uma nova consciência para o atendimento a emergências em meio líquido. parabenizo o Companheiro Szpilman por estar expandindo as fronteiras do nosso conhecimento.
Excelente artigo .